quinta-feira, 5 de setembro de 2019


QUE FUTURO
Sem pensamento crítico ?


Vejam Bem. Quando um homem se põe a pensar,,, não  há só gaivotas em terra… VEJAM BEM! ~(Zeca Afonso)


  O Normal ” é… , o íman que tudo atrai e simplifica, que tudo globaliza e branqueia, que tudo torna automaticamente conhecido e comprovado, fiável, indiscutível, reconhecido, ! Se é NORMAL…é  igual, “ao outro” ! nem merece ser discutido!  O tempo cria a tradição  e fixa continuamente o valor e o significado das coisas materiais e imateriais, normais.
                                               Classificar de “normal” uma qualquer coisa ou situação, tranquiliza, justifica a nossa preguiça mental,  -- é coisa que não necessita de  ser bem pensada nem nos desinquieta!
  O tempo tudo normaliza -  e é por isso que, quem por cá anda há mais tempo, fica mais “normalizado” e menos crítico no pensar! Talvez seja por isso que entre os quinze e os  quarenta ( mais coisa menos coisa )  é - se mais criativo e menos normal, mais atento e crítico com os tempos que se vivem.
                                               Mas não apenas, esse é também aproximadamente, o período da vida de ca um, em que se dá mais importância ao significado da nossa  passagem por este mundo, e á participação pessoal na evolução da Humanidade.     

  É pois “Normal”
                                               Que façamos veemente apelo aos mais novos e menos “normalizados”,  de alguma maneira cúmplices com o – “ Fórum LIBERDADE E PENSAMENTO CRÍTICO “ do passado 14 de Julho no Liceu Camões, para que não esperem pelo  tempo da sua normalização, para disseminar já e tanto quanto possível, na Sociedade Portuguesa e não só, as boas práticas do Pensamento Crítico.  uma das mais decisivas atitudes culturais e práticas sociais, capazes de tornarem a Humanidade mais reflexiva e atenta, sobre a infinita complexidade                                               das suas relações, em perseguição da utópica  Paz Universal.                            

A Guerra -
                                               O totalitarismo, a repressão arbitrária das consciências, o pensamento único elevado a dogma, a interdição do direito á utopia, não podem transformar-se  em – NORMALIDADES!
                                               O PENSAMENTO CRÍTICO – tem de ser alfaia capaz de rasgar a nebulosa que esconde os obscuros e contraditórios interesses que  geram as guerras , e nos roubam a LIBERDADE !
                                               O Pensamento Crítico pode e deve ser o “cimento” duma grande muralha invisível,  (“não há machado que corte a raiz ao pensamento – M...Alegre )contra todos os ataques á Liberdade individual e  à Solidariedade Social, pilares básicos de toda a Sociedade Democrática.

                                               Como formigas, é necessário construir durante os curtos verões da Liberdade, os trilhos e defesas dos  subterrâneos abrigos de inverno. A Juventude, mais e menos jovem, “enquanto há Força” deve organizar-se para esta atenta vigilância, sem esperar por quem naturalmente a  esteja perdendo.
Organizar, defender e consolidar micro células de  praticantes activos e dinâmicos Defensores do Pensamento Crítico e da Liberdade, é trabalho de cidadania consciente, merecedora de reconhecimento Social.

                                               Que a Juventude, por iniciativa própria, agarre esta bandeira, dando exemplo da sua capacidade de prevenção e responsabilidade ,participando da “normalização” do seu futuro.



C. Mortágua
Maio 2019







Reflexões para um texto sem nome..





Explicação inútil.

A minha…
É uma carência - consequência quantitativa da excessiva vontade de reter  mais informação do que posso usar, considerada de forma global e  infra – influente entre todos os significantes , para ponderação equilibrada de críticos resultados e opções.

Retenho o que julgo ser o essencial dos pensamentos, mas quase sempre perco as referências pessoais dos autores, talvez por pensar erradamente que pouco me importa quem pensa, que o importante é o sentido e valor do que se pensou.
Nunca sei quem disse, -  isto ou aquilo -  que retive, como pensamento enriquecedor  da minha maneira  de analisar e compreender um qualquer assunto.

Limitação que, apesar de tudo, causa algum incómodo quando se trata de valorizar alguém que julgamos merecedor de citação, ou suficientemente valoroso para nos acrescentar credibilidade.
Mas, assim é, e tem de ser dito.

_________________________________________________Camilo_______________


A LIBERDADE

Reconhecidos pensadores têm defendido que a LIBERDADE é uma reunião permanente sem fim., ou uma sucessão de reuniões sem fim!

Parece-me uma afirmação interessante. E porquê ? Porque intuitivamente, vejo nela uma certa força provocatória, merecedora da aplicação do “ pensamento crítico” ao seu global significado.

Por experiência própria, vivo em reunião permanente com o meu “caco – Comité de auto Análise Comportamental” sobre a Liberdade e as melhores maneiras de a defender…dai, pensar que a afirmação tem razão de ser.
 Admito que aja quem se interrogue, - então se estão sempre em reunião, não trabalham! e se não trabalham, como é que podem SER LIVRES e defender a Liberdade,?- e, pensando, mais uma vez, a resposta surge através do Pensamento Crítico.






Sim… porque, uma reunião, se for apenas uma troca de palavras entre pessoas fisicamente presentes, reagindo ao que no momento se diz, pode sensorialmente ser muito interessante e até divertida, (ainda bem) mas talvez peque por falta da objectividade que só a reflexão e a análise critica permitem, ao compor o pensamento útil, para o  consenso pretendido, Uma reunião , poderá não ser mais produtiva,por ser contínua!


 A espontaneidade dum volátil pensamento, quase sempre nos impede de avaliar as suas consequências.
Muitas destas reuniões ficam-se por aí, são reuniões, sem chegarem a ser  esforço reflectido e sério para resolver problemas, por vezes não passam de oportunidades para exibições verbais de ordem pessoal, também úteis, porque reveladoras de características importantes das personalidades de cada um.

Neste tipo de reuniões, fazem-se muitas juras de amor à LIBERDADE , que são apenas, sem que os próprios autores o saibam, simples e temporões prenúncios de populismos latentes.. .

Esta uma das razões, para as minhas reservas sobre o pretendido alcance,  de meticulosos “Manifestos”que pretendam explicar-nos as manifestações futuras de determinadas organizações.
Explicar - nos, de forma estruturada e meticulosa, as  práticas, objectivos e ambivalentes sentimentos sobre os acontecimentos futuros, provocadores de decisões que devem passar pelo filtro social e cultural de cada responsável, pessoa ou organização. De certa maneira, pré – estabelecer regras e comportamentos de aplicação geral, a situações únicas, até cronologicamente, é uma limitação da Liberdade.

Em cada tempo e para cada modo, há uma especificidade irrepetível, só perceptível a quem assume a questão, e ousa. e quer criar
A  quem ambiciona o diferente, o melhor ainda que desconhecido, a quem aceita a responsabilidade de falhar, de ser dono da própria vida, em seu intento de SER evolução e futuro.

Nós, somos e manifestamo-nos:

Defensores, e solidários em defesa acérrima da LIBERDADE  DE PENSAMENTO,

obedientes na acção às leis que em liberdade e por métodos democráticos sejam concebidas, assumimos e assumiremos sempre os riscos inerentes Á `defesa da LIBERDADE
Da LIBERDADE continuamente LIBERTADORA. das formas e conceitos de a conceber , regenerar e defender. LIBERDADE sem dono nem mestre, sempre e tão só
expressão genuína daquilo que somos. LIBERDADE Concreta e tão relativa como a vida que sejamos capazes de organizar, por muito que isso nos custe.






Sem esquecer que a  LIBERDADE só é perigosa para quem a defende, não desistiremos de afirmar publicamente, sempre que as nossas forças o permitam, que estamos disponíveis e motivados para receber quem quiser vir, assim como,  para acompanhar quem necessitar da nossa  companhia.
OS fóruns “Liberdade e Pensamento Crítico” a realizar sempre que as energias dos defensores da liberdade o possibilite, sem restrições de lugar ou tempo, são os momentos de prova da nossa fidelidade à causa da Liberdade.

Porque assim pensamos. estamos convictos e firmemente decididos a tudo fazer
para que aqueles que. no começo de suas vidas. ainda não são “activos defensores da LIBERDADE E DO PENSAMENTO CRÍTICO” se integrem. rapidamente, livremente, nesta raiz, neste pensamento,  que não há machado que corte.!

Não temos patrimónios materiais que sirvam de alavancas para promover nossas ideias ou a imagem social  de nossas vidas, elementos  Povo,  somos átomos positivos  , duma Sociedade diversa, multi-Celular,  que só em Liberdade pode  evoluir e sobreviver, seja qual for a surpresa do futuro.         




Camilo Mortágua
30 de Setembro de 2019

sexta-feira, 26 de julho de 2019

uma estratégia de combate aos incêndios promovendo o repovoamento


Em defesa
De uma estratégia de
Prevenção e combate
Aos grandes incêndios
Fomentando o repovoamento.


























Camilo Mortágua
Telef.967.720.854
Julho de 2019




Incêndios e Repovoamento  -  Documento base para discussão.
A zona piloto  restrita.
Defende-se a criação de uma zona piloto restrita, abrangendo um certo número de Municípios, normalmente os mais afectados pelos incêndios florestais, onde seriam aplicadas políticas e iniciativas diferenciadas, de apoio à prevenção e combate aos incêndios por métodos favoráveis ao repovoamento dessas áreas.

Tendo em consideração a importância decisiva da presença humana para evitar que as pequenas ignições se transformem em incêndios de grandeza incontrolável, a questão do aproveitamento do combate aos incêndios para estimular o repovoamento, parece-nos uma questão central da maior importância.

Reconhecendo os condicionalismos orçamentais que o País atravessa, as nossas sugestões, procurando reduzir a escala dos investimentos julgados  necessários, recomenda a criação desta dita área restrita, abrangendo numa primeira fase experimental dois ou três Municípios “exemplo” alargando-se numa segunda fase a uma dezena de entre os mais afectados pelos fogos, onde seriam aplicadas as medidas julgadas, ao mesmo tempo; as mais eficazes, inovadoras e de menores riscos e custos.

No essencial, defendemos optar, drasticamente, mas com realismo, por dar preferência máxima à prevenção e combate aos incêndios, por forças terrestres suficientes, permanentes  e profissionalmente preparadas. Suportadas por verbas provenientes de diversas fontes:. Privados, Municipais, Regionais, Nacionais e por transferência das economias feitas em aluguer de meios aéreos.

Estas forças terrestres, deveriam constituir o corpo executivo duma entidade Municipal publica,(chame-se ATM- Autoridade Territorial Municipal) ou outra coisa  mais adequada, responsável directa, a jusante e a montante, pela planificação e gestão da Protecção e Conservação da natureza e pelo ordenamento do território.
Sugerimos que estas  forças terrestres sejam constituídas tendo por base de cálculo para o seu número, o volume de trabalho de cada Município, por exemplo o número e características dos hectares a defender por município, e a adopção de um critério padrão para o necessário número de pessoas por hectare, com trabalho permanente o ano inteiro.
Número de pessoas necessárias e equipamentos adequados  à maior produtividade possível por pessoa, nas condições próprias de cada tipologia de terreno e carga de combustível.
Estas pessoas, pagas 20 a 30% a cima do salário mínimo, devem passar a ser habitantes das aldeias  semi – abandonadas   do respectivo município, alojadas, com as respectivas famílias, nas casas desocupadas dessas aldeias e logradouros despovoados, a preços moderados, intermediados pelos respectivos Municípios.

“Pessoas para prevenir e combater as causas da falta de pessoas”

Porquê e para quê, uma Zona Piloto. - Contra incêndios pelo repovoamento ?

Em primeiro lugar , porque não seria possível nem útil generalizar políticas positivamente diferenciadas a todo o País, mesmo também para zonas onde a vida parece passar-se “á beira mar plantada”

Depois porque a configuração do território nacional, sendo hiper diversa, conta com enormes manchas onde, nem os homens mais afoitos nem a natureza alteraram profundamente  o acidentado relevo dos solos, com tipologias ultra favoráveis aos riscos de incêndios,
 
territórios de picos altaneiros  e profundos vales cavados em cadeias sucessivas, criando contínuas limitações de horizonte, encerrando lugares de isolamento pouco convidativos à fixação de pessoas, onde mais falta fazem.

Territórios onde impera a actividade florestal e se amontoa o combustível dos incêndios.
Nestas manchas territoriais, onde por ironia, abundam as melhores nascentes e cantam  algumas das mais puras águas do País;
É aí, que o fogo, ladrão do trabalho e do pão de quem por lá labuta teimando desesperadamente por recomeçar a vida a cada ciclo de incêndios; deve encontrar a primeira e principal linha de oposição.
A força de todos nós, a única capaz de o vencer e dominar, em terrenos por nós escolhidos. – As zonas de combate aos incêndios , pelo repovoamento

Quantificação teórica de valores aproximados
Para a substituição  progressiva dos  meios aéreos. pelo emprego de meios humanos.

Para um Município de  +_400 km 2 de área.
Com 75% de área florestal.
                      --------------------    
Equipado com uma força de 10 brigadas, de 6 homens cada, trabalhando todo o ano, com equipamentos adequados, ( moto - serras, roçadoras, viatura, e demais ferramentas ligeiras necessárias )

Uma equipa técnica de enquadramento jurídico e orientação produtiva, dotada de competências e equipamentos próprios, para exercer controlo da aplicação de leis e normas em vigor. Com 6 a 9 elementos. A um custo estimado de 250.000€ ano.
                                                                       250.000
Custos aproximados: ano
60 homens a 800 € Mês + encargos x 13 meses=936.000€.                                            936.000
50% para equipamentos   ………………      468.000
Consumíveis diversos   ………………..       280.000
                                                                    1.934.000
Vantagens:
- Mais 60 empregos no Município.
- Possivelmente mais 60 famílias a residirem e a
-.Contribuírem para combater o isolamento e desenvolver
  a economia local.
-.Possivelmente mais 60 residências abandonadas em aldeias
  quase desertas a serem ocupadas, a preços acessíveis.

-.Outra e melhor qualidade nos serviços de prevenção, com limpezas permanentes todo o ano, e todos os anos, até estabilização duma situação de muito menores riscos.

-.A possibilidade de poder rever a actual distribuição de responsabilidades, (fiscalização, administração territorial etc, a nível municipal.)

- A possibilidade de dotar os Municípios de maior risco, de uma
Força autónoma e competente para tratar dos assuntos de ordenamento do território e conservação da natureza. (incêndios florestais .e licenciamentos  de obras inclusive.)

Viabilidade económica
Dos 49 milhões afectados para meios aéreos no orçamento do estado, destinar um apoio de um milhão por município para este efeito, dá e sobra para apoiar o número de municípios florestais.  (8/10) onde a medida se justifica..
Os serviços de limpeza efectuados por esta força, terão de ser pagos a uma taxa fixa por hectare…assegurando parte substantiva do seu custo..



Na opinião de alguns técnicos do sector, a prevenção contínua, com meios adequados, essencialmente  humanos e locais, é  preferível  aos meios aéreos, por deixarem  no terreno para uso permanente as linhas de penetração humana que de outra forma desaparecem cobertas pela vegetação natural.

terça-feira, 9 de julho de 2019


A Sociabilidade nas pequenas
Comunidades alentejanas.

A realidade da sociabilidade nas pequenas  comunidades alentejanas, que saibamos, não chega , (como em quase todo  o espaço rural do país), para justificar o nome de “comunidade”.
E…talvez se deva a esta realidade mal e pouco estudada, muitas das dificuldades em conseguir uma maior e mais rápida ascensão cultural e o correspondente progresso das populações rurais.

Crê-se…parece ser assim…Será?

Na maioria dos casos, nasce-se, vive-se e morre-se, em casas nas quais, sempre se falou das mesmas coisas, se glorificou os mesmos santos e pecadores, os mesmos pecados.
Os mesmos valores, sempre se fez, como sempre se tinha feito, sempre se rejeitou o diferente, sempre se falou baixo e se guardou com pudor extremo os segredos da casa, cada casa, é a “capela” onde se adoram os mesmos símbolos e se  guardam as histórias das vidas de quem lá mora e de quem lá morou.
 As histórias de vida, mas também as crenças e os pensamentos, os anseios e ilusões e as verdadeiras impressões sobre o Mundo de hoje.
Casas que ninguém de fora frequenta, e de onde os moradores não saem
para ir às casas vizinhas, dos amigos (desconhecidos)  que, apesar de vizinhos: -  têm lá as ideias deles.
Uma vida inteira  sem recorrer a qualquer pretexto evocativo capaz de justificar uma abertura deste espaço “ íntimo” para uma refeição, uma conversa, uma confraternização,
ou uma troca de opinião ou de informação que possibilite a mínima possibilidade de entre - ajuda para resolver um problema pessoal ou aumentar  o próprio conhecimento cívico e cultural, atrofiado pelo reduzido e redutor espaço da sua “CAPELA”.

Certo, em alguns casos há a fuga até à catedral do lugar. A Praça ou o Largo, ou o Café ou a Tasca, porém parece que ao sair de casa; os assuntos que têm a ver com a “CAPELA” são TABUS para as conversas de café.
 Seja como for, como aqui  esboçamos, ou de outra maneira, melhor ou pior, pensamos que uma análise séria e mais próxima da realidade se impõe, porque, aparentemente o:
Isolamento Social  das pessoas e famílias das pequenas comunidades rurais, pode ser um travão ao desenvolvimento cultural destas populações, que importaria combater.

C. Mortágua
Alvito, Julho de 2019

sábado, 6 de julho de 2019

Sociabilidade das pequenas comunidades rurais.

a cézar o que é de cézar ?


 

 

A CÉSAR

O QUE É DE CÉSAR ( UM ROOLS ROICE )

AO POVO,

O QUE É DO POVO,  (A GERINGONÇA )

                                            

O Costa tem razão…?



É muito mais  confortável  e seguro
ver a paisagem através dum vidro escuro
dum automóvel de gritos
que  apanhar com poeiras e mosquitos,
ainda que aplaudido e saudado 
a descoberto sentado
com toda a paciência
na  “geringonça” da sua sobrevivência


Ou então…falta de firme orientação…

O Costa equilibrista
Precisa de ter á mão
O CéSar elitista
O bom e o mau “agente”
Em política, uma inovação?
Olhe que Não…
É coisa do antigamente !

quarta-feira, 3 de julho de 2019

paiol natural !

                                                                         Paiol natural
                           Como ninguém sabe o dia de amanhã...vale mais prevenir que remediar

segunda-feira, 1 de julho de 2019

populismos


 POPULISMOS:

…_E O MUNDO PULA E AVANÇA
             COMO BOLA COLORIDA, NAS MÃOS DUMA CRIANÇA”

Que importa, para a criança, as cores da Bola…? - se ela  for redonda, bela e colorida!.

Que importa para o Homem comum, o sentido novo das velhas palavras, agora usadas, para dizer coisas de significado mal conhecido?

E… como diria o “Senhor Silva”… não havia……. necessidade!

É sempre possível , dar nomes aos bois, dar-lhes os nomes deles…sem floreados, nem abrangências pouco concretas, é de sua natureza serem cornudos, e marrar!

Pessoas capazes de ajudar um ladrão a fugir, para poder acusar o polícia de não ser capaz de prender o gatuno;
Defendendo que a autoridade têm que  ser mais forte e poderosa para combater os “criminosos”,
 Incentivando as pessoas a que se revoltem contra quem governa, na esperança de  se substituírem  aos governantes: estes,  são procedimentos populistas.

Quando alguém se aproveita do descontentamento de uns para combater outros, em seu próprio benefício –  é populista.

Quando alguém engana o povo, pretendendo ser o “salvador do Povo”, prometendo –lhe o que não pode dar ou fazer – é um político populista.!


Como, regra geral, todas as acções públicas sociais e políticas desenvolvidas em nome individual podem ser suspeitas de populismo.   As acções sociais e políticas, quando abertas à `livre participação e de organização colectiva, são muito menos sujeitas ás
Tentações populistas.
Não é  fácil caracterizar os processos populistas, as variantes são quase infinitas, se por vezes não parecem aquilo que são , outras são aquilo que não parecem, a participação colectiva e o conceito de organizações abertas á participação com objectivos bem definidos, são bons indícios para o lado da democracia, mas não garantem  a sinceridade dos protagonistas..                                                                                                                                                                                        
O ressurgimento dos populismos políticos, estão a ser, normalmente justificados com as fragilidades da Democracia. A insegurança social,  o desemprego como consequência do  acolhimento aos refugiados, o banditismo como consequência da pobreza ,O próprio respeito democrático pelos direitos dos cidadãos; são bandeiras utilizadas pelos populistas, para enfraquecer a democracia e acabar com as Liberdades.                                                                                                                                                                                                
Mas…quando alguém aponta os erros e responsabilidades de quem governa e incita as pessoas a se organizarem para colectivamente lutarem pela melhoria das suas condições de vida, sejam,   estas pessoas, intelectuais ou simples cidadãos anónimos, não as podemos tratar de populistas.  

terça-feira, 25 de junho de 2019

uma nuvem escura


Da nuvem escura, dum tempo de borrasca




Ser ou não  pessoa com opinião,
no princípio tem de ser afirmado
com a energia da mocidade. sem esforço
Passado o tempo moço
Nada nos é dado
Perde-se a ilusão

Que cara é a vida
Quando dela  não se pode
Retirar futuro
Fruto maduro
Que o tempo sacode
Da memória perdida


Quer se queira ou não
Passado está feito
Certo ou errado
Foi o fado
Que saíu do peito
Momento de paixão


tudo foi  ordenado
verão e inverno,
na  estrada da vida
ao destino oferecida
como descida ao inferno
dum ORFEU,castigado.

A PRISÃO DA VIDA

Às pernas, falta disciplina
Com a cabeça a comandar
Aquelas encostam-se á esquina
Esta, tem vontade de voar !
Nesta situação, ao coração
Só resta, navegar
á bolina, até ao Mar…

Falar do interior para o mundo
Pelas janelas
Do blogue PI.CADELAS.
Pode alimentar o ego
Mas não é prego
Que pregue  razão
nas mazelas  do coração.